Condição Física

O Sport Stacking é uma actividade física que todos podem praticar independentemente da idade, da condição física ou da capacidade e habilidade. Sejam os mais atléticos ou os que à partida não são dados a actividades físicas, sejam miúdos ou graúdos, todos podem ganhar ao incluir o sport stacking na sua rotina de actividades. Com mais de 70 planos baseados em diferentes exercícios físicos, o sport stacking ajuda a motivar os miúdos a manterem-se activos e em forma. Pais e professores gostam do sport stacking devido à facilidade logística que torna possível a prática do sport stacking em praticamente qualquer lado, tanto na escola como em casa.

 

Auto-estima

Um dos comentários que recebemos mais frequentemente por parte de pais, professores e responsáveis escolares é como o sport staking ajuda à integração de todos numa mesma actividade em pé de igualdade. Desde os melhores alunos de educação das aulas de física aos que normalmente as evitam, no sport stacking estão todos ao mesmo nível e têm todos as mesmas possibilidades de sucesso. Isto traduz-se num aumento significativo da motivação, auto-estima e vontade de participar nas aulas de educação física e nos torneios e campeonatos. Todos podem ganhar, todos ficam a ganhar.

 

Rendimento Escolar

Cada vez mais, nos dias que correm, pais e professores estão focados no desempenho escolar. O sport stacking não só promove a actividade e condição física mas também ajuda à aprendizagem de outras matérias. Os alunos que praticam sport stacking de forma regular tem demonstrado um aumento significativo dos níveis de concentração. Isto acontece pois os alunos são estimulados a utilizar os dois lados do cérebro. A prática do sport stacking requer a utilização simultânea e coordenada dos dois hemisférios do cérebro o que aumenta as "pontes de comunicação". Estas novas ligações ajudam a estimular o crescimento e desenvolvimento do cérebro o que ajuda a um melhor desempenho académico. O sequenciamento e padronização de movimentos também tem efeitos positivos no desenvolvimento da leitura e raciocínio matemático. Pode encontrar na secção dedicada às escolas mais informações sobre estudos desenvolvidos neste sentido.

 

"O que nos faz mexer, faz-nos pensar. As novas aprendizagens, antes de serem armazenadas no cortex cerebral, são apreendidas como padrões motores. Por este motivo, se ensinarmos os nossos alunos a mexerem-se melhor, tornar-se-ão melhores pensadores. O cérebro procura padrões. Os movimentos de locomoção são construídos com base em padrões. A informação que é organizada de forma padronizada é processada, apreendida e retida mais facilmente.

A lateralização cruzada, através do corpo caloso; ao passar informações através do corpo caloso, o cérebro cria novas ligações ente o hemisfério direito e esquerdo fazendo com que estes trabalhem em conjunto. Este processo de comunicação organiza o cérebro de forma a ter melhor capacidade de concentração e resolução de problemas. Faz com que os dois hemisférios trabalhem de forma integrada potenciando a organização das funções cerebrais. Quando os alunos realização actividades laterais transversais, isto aumenta o fluxo sanguíneo  em todo o cérebro deixando-o mais alerta e activo para uma aprendizagem mais consistente e consolidada. Os movimentos que estimulam a utilização dos dois hemisférios ajudam a unificar as zonas responsáveis pelo processo cognitivo e motor: o cerebelo, a gânglios basais e o corpo caloso enquanto estimulam a produção de neurofinas que também aumentam o número de conexões sinápticas (Dennison, Hannaford).

Exercícios visuais de seguimento e visão periférica ajudam ao desenvolvimento da leitura. Uma das razões pelas quais muitos estudantes têm dificuldade na leitura está relacionada com a baixa forma física dos músculos oculares. Quando olham para um ecrã, os olhos ficam estáticos, acomodados a uma distancia constante, provocando a atrofia dos músculos responsáveis pelos movimentos oculares. Os currículos das aulas de educação física são um caminho para o fortalecimento dos músculos oculares. Exercícios de perseguição, manipulação, actividades de orientação e jogos com alvos exercitam estes músculos tornando os olhos mais capazes para a leitura. O cérebro é atraído pela novidade. O cérebro aprende melhor quanto mais sentidos estão envolvidos. Cores, sons, musica, cheiros, manipulação e orientação espacial são melhor recordados. Ambientes recheados de estímulos sensoriais enriquecidos melhoram a aprendizagem. A aprendizagem cognitiva compatível com diversão, tem maior sucesso."

Este texto é reproduzido com a autorização do seu autor, Jean Blaydes Madigan, neurofisiologista natural de Murphy, no Texas, um dos maiores especialistas no estudo da ligação corpo-cérebro no processo de aprendizagem.

 

Pais

Uma das preocupações dos pais é como manter os filhos activos, os ajudar e estimular para a prática de uma actividade física. E nem sempre é fácil. A televisão, os jogos de vídeo, o computador, o frio, a chuva, a crise... tudo se vai juntando a favor do sedentarismo. O sport stacking ajuda todas as crianças sem distinção a manterem o interesse numa actividade física acessível, integradora e motivadora. Há sempre um novo recorde pessoal para bater, há sempre um novo desafio, uma nova sequência para aprender ou mesmo criar.

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